Em declaração, movimento denuncia a precarização das condições de trabalho no SUS em todo o Brasil, o avanço da privatização, da terceirização e de outras formas privadas de gestão, e aponta a transferência de hospitais federais no Rio de Janeiro como expressão de um processo nacional de mercantilização da saúde.
Mesa reuniu cerca de 70 colaboradores e apoiadores próximos do jornal, alertou para o perigo de golpe militar diante da crescente ingerência ianque no País e contrapôs a Revolução Agrária à velha democracia burguesa, rechaçando a falsa polarização eleitoral.
Cerca de 100 motoristas participaram da mobilização em Caraguatatuba e Ubatuba após atraso no adiantamento salarial. Trabalhadores também denunciaram falta de estrutura adequada para descanso durante a jornada.
Operários, estudantes e professores fundaram o Comitê em 20 de setembro, após estudo e debate sobre as eleições e o caráter burocrático-latifundiário do velho Estado. Novas atividades estão previstas para o período eleitoral.
Em entrevista ao AND, fundador da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro falou sobre os obstáculos enfrentados pelos capoeiristas, criticou a burocracia para o acesso a recursos e destacou a organização coletiva como meio de fortalecimento da cultura popular.
Centenas de camponeses, operários, indígenas, quilombolas e estudantes reuniram-se no Norte de Minas, em 19 de setembro, para celebrar os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa. Construída em 2006 pelo trabalho voluntário de operários da construção civil e camponeses de 12 comunidades, a obra tornou-se um marco da organização coletiva na região e foi celebrada como marco indelével da Revolução Agrária em curso no País.
Construída pelas próprias massas sobre o Ribeirão Arapuim, entre Varzelândia e São João da Ponte (MG), a ponte substituiu uma passagem precária e derrotou décadas de promessas eleitorais. Celebrações ocorrerão de 18 a 20 de setembro, durante a 6ª Festa da Produção.
A luta por moradia das famílias da Ocupação da Paz data de seis anos. Durante a manifestação, composta em sua maioria por mulheres trabalhadoras, a Polícia Militar tentou constranger e cessar o ato, que prosseguiu mediante a união das famílias da ocupação e apoiadores presentes.