Sudeste
Após sua fundação em 20 de setembro, Comitê realizou ações em terminais de ônibus de Sorocaba e na Ocupação Dandara, em Votorantim.
Em declaração, movimento denuncia a precarização das condições de trabalho no SUS em todo o Brasil, o avanço da privatização, da terceirização e de outras formas privadas de gestão, e aponta a transferência de hospitais federais no Rio de Janeiro como expressão de um processo nacional de mercantilização da saúde. 
Pacientes aguardam atendimento no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, no Rio de Janeiro, em março de 2008. O registro integra série fotográfica sobre a demora no atendimento da emergência e da pediatria da unidade. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Mesa reuniu cerca de 70 colaboradores e apoiadores próximos do jornal, alertou para o perigo de golpe militar diante da crescente ingerência ianque no País e contrapôs a Revolução Agrária à velha democracia burguesa, rechaçando a falsa polarização eleitoral.
Cerca de 70 pessoas participaram do debate promovido pela Redação de AND na UERJ em 1º de outubro; a atividade reuniu membros, colaboradores e apoiadores próximos do jornal. (Foto: AND)
Cerca de 100 motoristas participaram da mobilização em Caraguatatuba e Ubatuba após atraso no adiantamento salarial. Trabalhadores também denunciaram falta de estrutura adequada para descanso durante a jornada.
Operários, estudantes e professores fundaram o Comitê em 20 de setembro, após estudo e debate sobre as eleições e o caráter burocrático-latifundiário do velho Estado. Novas atividades estão previstas para o período eleitoral.
Em entrevista ao AND, fundador da Associação Cultural Eu Sou Angoleiro falou sobre os obstáculos enfrentados pelos capoeiristas, criticou a burocracia para o acesso a recursos e destacou a organização coletiva como meio de fortalecimento da cultura popular.
Foto do grupo de capoeira de angola ACESA
Centenas de camponeses, operários, indígenas, quilombolas e estudantes reuniram-se no Norte de Minas, em 19 de setembro, para celebrar os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa. Construída em 2006 pelo trabalho voluntário de operários da construção civil e camponeses de 12 comunidades, a obra tornou-se um marco da organização coletiva na região e foi celebrada como marco indelével da Revolução Agrária em curso no País.
Trabalhadores do campo e da cidade celebram os 20 anos da Ponte da Aliança Operário-Camponesa, no Norte de Minas, em 19 de setembro. (Foto: AND)
Construída pelas próprias massas sobre o Ribeirão Arapuim, entre Varzelândia e São João da Ponte (MG), a ponte substituiu uma passagem precária e derrotou décadas de promessas eleitorais. Celebrações ocorrerão de 18 a 20 de setembro, durante a 6ª Festa da Produção.
Ponte da Aliança Operário-Camponesa, erguida por camponeses e operários do Norte de Minas e inaugurada em 2006. (Foto: José Ricardo Prieto/AND)
A luta por moradia das famílias da Ocupação da Paz data de seis anos. Durante a manifestação, composta em sua maioria por mulheres trabalhadoras, a Polícia Militar tentou constranger e cessar o ato, que prosseguiu mediante a união das famílias da ocupação e apoiadores presentes.