A campanha contou com amplo apoio da massa, tanto estudantil, desde dentro da UFRN, quanto da massa trabalhadora, nas paradas de ônibus circular e do transporte público próximo, que celebraram o texto, seu conteúdo e suas palavras de ordem presentes na campanha e no panfleto, e comumente levantadas pelo Movimento Feminino Popular.
Camponesas do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) realizaram na última quinta-feira (13/3) manifestações contra os crescentes avanços do latifúndio e, em particular, os monopólios elétricos do Rio Grande do Norte.
Os professores exigem que o governo estadual, encabeçado pela reacionária Fátima Bezerra (PT), cumpra o reajuste salarial obrigatório de 6,27% feito anualmente baseado no piso nacional e no plano geral de carreiras do Magistério, denunciando a ampla desvalorização e corrosão salarial a que a categoria é submetida