Norte

Índios desconhecidos provocam surpresa

O grupo de indígenas foi visto pela primeira vez na floresta há pouco tempo, dezembro passado, e em seguida por dois trabalhadores que estavam construindo um curral perto do rio São Miguel. Os índios, todos homens adultos e portando “arcos e flechas bem grandes” estavam nus e tinham adornos na cintura.
As ocupações ocorreram no Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Pernambuco, Ceará e Pará, mas outras mobilizações também foram realizadas em Santa Catarina. Ao todo, mais de 9 mil famílias foram mobilizadas. 
Em Marabá, sudeste do Pará, no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora foi palco de uma manifestação expressiva de mulheres que celebraram a aliança operária e camponesa.  
Mesmo com as justas reivindicações, a prefeitura repudiou a ocupação e se recusou a negociar, dizendo que tomaria todas as medidas cabíveis para reprimir os trabalhadores.
A categoria reafirma seu compromisso com um reajuste de 20% e promete massificar cada vez mais as mobilizações.
Paramilitares sequestravam e torturavam associados ao tráfico de drogas para roubar os entorpecentes e vender a outros grupos.
Camponeses que ocuparam recentemente a fazenda Ipê, em Machadinho D’Oeste, região nordeste de Rondônia, denunciaram um ataque brutal ao acampamento, promovido por um bando de paramilitares e policiais da PF, no dia 07 de março de 2024.
Durante as intervenções, os ativistas ressaltaram não apenas a defesa da heroica Resistência Nacional Palestina, mas também o papel de cúmplice que o monopólio de imprensa tem perante o genocídio em curso.
Paulo foi preso após denunciar sequestros e torturas de camponeses a mando dos latifundiários locais. O camponês também denunciou a participação de um dos latifundiários em esquema de extração ilegal de madeira.
Moradores destruíram portão da casa de Lúcio Flávio (PSD) com um carro em protesto pela morte evitável de um recém nascido no hospital.