Rosana Bond

Rosana Bond

Escritora e jornalista, autora de mais de 20 livros sobre conflitos na América Latina e a saga dos povos ameríndio. Entre seus livros mais conhecidos estão “Nicarágua: a bala na agulha” (1985), “Sendero luminoso: fogo nos Andes” (1991), “A civilização inca” (1993).
Rosana Bond

Rosana Bond

Escritora e jornalista, autora de mais de 20 livros sobre conflitos na América Latina e a saga dos povos ameríndio. Entre seus livros mais conhecidos estão “Nicarágua: a bala na agulha” (1985), “Sendero luminoso: fogo nos Andes” (1991), “A civilização inca” (1993).

Lunfardo: Um idioma secreto do proletariado (parte 2)

Há estudiosos,como o historiador Oscar Conde, que informam que o lunfardo, ao contrário do que costuma dizer a burguesia, foi mais que uma maneirice expressiva  de “criminosos” surgida entre os anos 1800 e 1900 na Argentina, e que continua viva.
Lunfardo pode tratar-se de uma variação dialetológica de imigrantes, proletários, trabalhadores, principalmente italianos, que se fixaram entre as classes pobres da capital B. Aires e sua periferia.
Quatro indígenas Guarani ficaram feridos em decorrência de um ataque organizado por latifundiários no dia 10 de janeiro.
Artigo de Rosana Bond traz dossiê do Cimi sobre atuação do governo de Luiz Inácio em relação à política indigenista em 2023
O veto de Luiz Inácio sobre o marco temporal foi derrubado no Senado e na Câmara Federal. E, cada vez mais, o governo é alvo de críticas de diferentes setores da causa indí
O conhecido ambientalista Marcos José de Abreu, de Florianópolis/SC, diz que seca na Amazônia e aguaceiro “amazônico” no sul do país não é só uma inversão de imagem, que choca.
Coluna de Rosana Bond trata sobre as relações do capitalismo com as mudanças climáticas e o aquecimento global.
O jornalista Mário Quevedo Neto está sendo perseguido pelo delegado e prefeito Flori, de Vilhena, Rondônia.
Uma pesquisa de doutorado da UFSC, premiada no início deste mês como a melhor tese de Geografia do país, criou um método inédito de medir cientificamente os efeitos de desastres climáticos sofridos por populações vulneráveis/pobres do litoral brasileiro.   
A tese criminosa e usurpadora do marco temporal, criada pelo latifúndio e outras classes dominantes, foi rejeitada pelo STF na quinta-feira, dia 21. O resultado refletiu uma luta intensa e constante dos  povos indígenas, que saíram amplamente vitoriosos.