Atividade ocorre em meio a novas retomadas Guarani-Kaiowá e a recentes ataques contra comunidades indígenas no Mato Grosso do Sul. O seminário relembra os 10 anos da Batalha de Caarapó, discute a repressão à luta pela terra e dá continuidade aos debates realizados na primeira edição, em junho.
Segundo os moradores, a construção da Escola Popular surge da necessidade de mobilizar as massas frente aos inúmeros cortes de direitos que a população local vem sofrendo nos últimos anos.
Nota denuncia que forças “oportunistas e eleitoreiras” atuaram como “força auxiliar da PM” na criminalização de camponeses e estudantes anti-imperialistas e convoca entidades, coletivos e personalidades democráticas de todo o País a manifestarem solidariedade aos movimentos perseguidos.
Os ativistas adentraram a universidade e realizaram uma agitação na sala onde ocorria a palestra, denunciando os crimes do nazi-sionismo e o papel de propagandista desempenhado pelo major Rafael Rozenszajn.
O ato se soma à mobilização nacional em memória dos mortos no massacre de Eldorado dos Carajás. Já são 30 anos da escandalosa chacina de 21 camponeses pela polícia militar do Pará a serviço do latifúndio. Os camponeses realizavam uma manifestação exigindo a desapropriação de um latifúndio de mais 40 mil hectares, quando foram surpreendidos por uma tropa de 164 policiais. Até hoje, os mandantes do massacre continuam impunes.
Negócio bilionário e contrato de 15 anos coroam ofensiva já em curso do imperialismo ianque sobre minerais críticos do Brasil, em contraste com o palavrório “soberanista” do governo oportunista.
Goiás é líder na desvalorização de profissionais da saúde e campeão na não contratação de novos profissionais recém-formados, os precarizando intencionalmente.
Essa entrega em Goiás não é um fato isolado, mas parte de uma ofensiva imperialista que colocou o Brasil na mira da disputa global por "terras raras" e ouro.