Luta Classista

 PA: Prefeitura em Belém usa PM para reprimir servidores

Mesmo com as justas reivindicações, a prefeitura repudiou a ocupação e se recusou a negociar, dizendo que tomaria todas as medidas cabíveis para reprimir os trabalhadores.
Os protestos reuniram professores de mais de 250 municípios do Estado que denunciaram as condições de trabalho nas escolas através de faixas e cartazes.
No dia 11/03, após o atraso do pagamento do salário, trabalhadores do HPSP, que fica no bairro Partenon, em Porto Alegre, quebraram o relógio ponto eletrônico da instituição em forma de protesto.
Moradores destruíram portão da casa de Lúcio Flávio (PSD) com um carro em protesto pela morte evitável de um recém nascido no hospital.
De acordo com denúncias apuradas pelo correspondente local de AND, o Hospital Metropolitano de Sarandi tem atrasado o salário de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, zeladores e copeiras.  
No dia 02/03, mais de 100 moradores de São Sebastião de Caí protestaram contra a instalação de um pedágio na RS-122. A mobilização ocorreu após dois outros protestos com a mesma exigência.
Sandra de Souza Marinho morreu ao cair de uma altura de quatro metros. A trabalhadora fazia uma função para a qual não tinha preparo sem equipamentos de proteção.
Profissionais da aúde de Manaus se reuniram em frente ao MPF para denunciar
5,2 mil cobradores de ônibus correm o risco de perderem o emprego pela medida, enquanto os motoristas serão afetados por um aumento da exploração.