palestina
Centenas de estudantes de 24 instituições de ensino participaram das paralisações no estado de Washington. A jornada em celebração do Dilúvio de Al-Aqsa também alcançou a Califórnia e Indiana, com denúncias de repressão e exigências de ruptura dos vínculos das universidades com a indústria de armamentos e com “Israel”.
Estudantes mobilizados pela Juventude Revolucionária de Seattle manifestam-se em apoio ao povo palestino e contra o genocídio em Gaza, em 7 de outubro de 2026, no estado de Washington. (Foto: Gray Trammel/Through the Static/Reprodução).
Depoimentos revelam autorização para atacar sem evacuar moradores; novas revelações são divulgadas enquanto Netanyahu exige a identificação e a perseguição criminal dos participantes do documentário “NAZA”.
Marwan al-Hams apresenta fraturas e necessita de acompanhamento médico; denúncias de 14 de outubro relatam também doenças, isolamento e ataques às celas de mulheres palestinas.
Professores foram impedidos de chegar às escolas em Nablus; balanço palestino registra 21.806 estudantes e trabalhadores da educação assassinados desde outubro de 2023.
Equipamentos e documentos da Addameer foram confiscados; incursão feriu uma criança e outro palestino, enquanto o Hamas denunciou a tentativa de enfraquecer as instituições populares.
Moradores expulsaram colonos de Turmus Ayya em 14 de outubro; em outras localidades, a ocupação impediu o acesso às terras, roubou a produção e arrancou centenas de oliveiras.
Netanyahu exige identificar e processar os militares ouvidos na obra; ameaças aos cineastas e promoção de um contradocumentário procuram encobrir as denúncias.
Cena do documentário “Naza”. (Foto: Divulgação/The Guardian)
O artista gráfico e estudante da UFRJ foi denunciado com acusação de “discriminação étnico-religiosa” após exposição de cartazes em defesa da Resistência Nacional Palestina. A acusação criminal dá continuidade à ofensiva judicial iniciada pela Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj), denunciada por AND desde março de 2025
Pôsteres do artista Nicolas Bezerra, perseguido pelo lobby sionista, (Foto: Reprodução)
Advogado denuncia que agentes da GCM imobilizaram manifestantes enquanto sionistas os agrediam com socos, puxões de cabelo e golpes de mata-leão; entre as vítimas está uma integrante do Vozes Judaicas por Libertação. Rafael Rozenszajn já havia sido rechaçado por anti-imperialistas em Goiás.
Manifestantes pró-Palestina são agredidos durante homenagem ao porta-voz das hostes sionistas na Câmara Municipal de São Paulo, em 6 de outubro de 2026. (Foto: Reprodução/Plataformas digitais)
O Dilúvio de Al-Aqsa rompeu o mito da invencibilidade sionista e impulsionou a luta anti-imperialista internacional, em meio às derrotas estratégicas do imperialismo ianque no Afeganistão, na Palestina, no Irã e no Iraque e ao fracasso de sua ofensiva contrarrevolucionária geral.
Palestinos erguem a bandeira palestina sobre um tanque sionista na Cidade de Gaza, durante a Operação Dilúvio de Al-Aqsa, em 7 de outubro de 2023. (Foto: Hani Alshaer/Anadolu Agency via Getty Images)