Centenas de estudantes de 24 instituições de ensino participaram das paralisações no estado de Washington. A jornada em celebração do Dilúvio de Al-Aqsa também alcançou a Califórnia e Indiana, com denúncias de repressão e exigências de ruptura dos vínculos das universidades com a indústria de armamentos e com “Israel”.
Depoimentos revelam autorização para atacar sem evacuar moradores; novas revelações são divulgadas enquanto Netanyahu exige a identificação e a perseguição criminal dos participantes do documentário “NAZA”.
Marwan al-Hams apresenta fraturas e necessita de acompanhamento médico; denúncias de 14 de outubro relatam também doenças, isolamento e ataques às celas de mulheres palestinas.
Professores foram impedidos de chegar às escolas em Nablus; balanço palestino registra 21.806 estudantes e trabalhadores da educação assassinados desde outubro de 2023.
Equipamentos e documentos da Addameer foram confiscados; incursão feriu uma criança e outro palestino, enquanto o Hamas denunciou a tentativa de enfraquecer as instituições populares.
Moradores expulsaram colonos de Turmus Ayya em 14 de outubro; em outras localidades, a ocupação impediu o acesso às terras, roubou a produção e arrancou centenas de oliveiras.
Netanyahu exige identificar e processar os militares ouvidos na obra; ameaças aos cineastas e promoção de um contradocumentário procuram encobrir as denúncias.
O artista gráfico e estudante da UFRJ foi denunciado com acusação de “discriminação étnico-religiosa” após exposição de cartazes em defesa da Resistência Nacional Palestina. A acusação criminal dá continuidade à ofensiva judicial iniciada pela Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj), denunciada por AND desde março de 2025
Advogado denuncia que agentes da GCM imobilizaram manifestantes enquanto sionistas os agrediam com socos, puxões de cabelo e golpes de mata-leão; entre as vítimas está uma integrante do Vozes Judaicas por Libertação. Rafael Rozenszajn já havia sido rechaçado por anti-imperialistas em Goiás.
O Dilúvio de Al-Aqsa rompeu o mito da invencibilidade sionista e impulsionou a luta anti-imperialista internacional, em meio às derrotas estratégicas do imperialismo ianque no Afeganistão, na Palestina, no Irã e no Iraque e ao fracasso de sua ofensiva contrarrevolucionária geral.