Hamas

Contraofensiva – A resistência de Gaza causa a Israel pesadas baixas em três frentes

O exército de ocupação israelense admitiu no domingo que a resistência palestina lhe custou o maior número de feridos desde o início da guerra.
No dia 13 de abril, o Irã lançou mais de 300 drones e mísseis contra alvos militares sionistas, iniciando a operação “Verdadeira Promessa”. Ela ocorre em resposta ao assassinato de dois generais das “Guardas Revolucionárias Iranianas” por ações do Exército Sionista de Israel no dia 01/04.
As Brigadas Al-Qassam, organização militar do Hamas, afirmaram que a saída das tropas sionistas foi uma consequência da atuação firme da Resistência Nacional. 
A Rádio do Exército Israelense anunciou que o exército retirou a Brigada de Paraquedistas da Faixa de Gaza e a está substituindo por outras forças.
O fuzil demonstrou grande capacidade e alta eficácia, gerando reações generalizadas nas últimas semanas, após os relatórios militares publicados pelas Brigadas Al-Qassam e documentados pelas lentes da mídia militar sobre seu uso por franco-atiradores da Al-Qassam com alta proficiência contra os oficiais e soldados da ocupação.
Depois de mais de 100 dias de guerra, Israel afirma estar na "terceira fase" da guerra. Até agora, o Estado sionista não atingiu nenhuma de suas metas, diferente dos palestinos que, com a iniciativa no conflito, avançam a cada dia em seus objetivos.
Os 100 dias desde o início da Operação Dilúvio de Al-Aqsa comprovam a capacidade elevadíssima da Resistência Nacional Palestina numa guerra justa contra o invasor sionista.
Sete membros do Hamas foram assassinados em um atentado ilegal no Líbano. Países árabes e grupos anti-imperialistas têm acusado Israel.