Nos 1.034º, 1.035º, 1.036º e 1.037º dias desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Hamas reafirmou que seguirá “positiva e responsavelmente” a implementação dos 15 pontos negociados para a segunda fase do cessar-fogo, com o objetivo de encerrar o sofrimento em Gaza e “proteger os direitos e interesses nacionais” palestinos, enquanto o genocida Benjamin Netanyahu rejeitou expressamente o documento e condicionou qualquer retirada sionista ao desarmamento da Resistência. O chamado Conselho de Paz dirigido pelo EUA, por sua vez, destinou seu primeiro contrato de construção em Gaza não à reconstrução, mas a uma base para tropas estrangeiras. No Irã, autoridades aprovaram um novo plano estratégico para o Estreito de Ormuz e afirmaram que Teerã não abrirá mão do controle da passagem “a qualquer custo”; o comandante das Forças Terrestres advertiu que qualquer força ianque que pise em território iraniano será enfrentada. No Iêmen, um drone atingiu uma refinaria da Aramco em Jizan, ataque após o qual a própria Arábia Saudita confirmou um incêndio na instalação.
No 1.029º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, as direções do Hamas e da Jihad Islâmica reuniram-se no Cairo e afirmaram uma posição nacional unificada, desmentindo a contrapropaganda de que a Resistência Nacional Palestina teria aceitado um “desarmamento completo”. Enquanto Trump celebrava seu “acordo histórico”, equipes da Defesa Civil retiraram 112 corpos, entre eles 40 crianças, dos escombros das residências de uma única família na Cidade de Gaza. No plano regional, o Irã prometeu uma resposta ampla caso o EUA ataque sua infraestrutura energética, enquanto Sanaa esclareceu que o bloqueio no Mar Vermelho atinge embarcações vinculadas à Arábia Saudita e não impõe taxas aos navios comerciais comuns.
No 1.028º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, a Resistência Nacional Palestina refutou a versão difundida por Donald Trump de que teria aceitado um “desarmamento completo”: o roteiro negociado vincula qualquer inventário ou armazenamento de armas pesadas ao cumprimento das obrigações sionistas, à retirada gradual das tropas e à entrada do Comitê Nacional em Gaza, sem entrega de armamentos à ocupação ou a qualquer parte não palestina. Enquanto as negociações avançavam, a entidade nazi-sionista continuou assassinando palestinos e bombardeou os depósitos de medicamentos do Hospital dos Mártires de Al-Aqsa. Dois anos após o assassinato de Ismail Haniyeh, as frações palestinas reafirmaram seu legado de unidade e Resistência; no plano regional, o Irã voltou a atingir uma base ianque no Kuwait e milhões de iemenitas respaldaram a política de “bloqueio por bloqueio”.
No 1.019º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, Khalil al-Hayya realizou seu primeiro pronunciamento como chefe do Birô Político do Hamas e reafirmou que o movimento continuaremos “no caminho dos mártires” até o fim da agressão, a libertação de Gaza e a conquista dos direitos nacionais palestinos. O Irã anunciou a destruição de oito drones MQ-9 ainda encaixotados e danos em helicópteros ianques durante ataques contra bases na Jordânia. No Mar Vermelho, as Forças Armadas do Iêmen atingiram dois petroleiros sauditas que violaram o bloqueio naval e afirmaram ter obrigado cerca de dez embarcações a recuar. Em Gaza, a ocupação ergue uma barreira de terra de mais de 23 quilômetros para consolidar a divisão física do território palestino.
No 1.004º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (CGRI) anunciou ter atingido 85 posições militares do país Estados Unidos (EUA) no Bahrein e no Kuwait, além de derrubar um drone MQ-9, em resposta aos novos ataques ianques contra o sul do Irã e à tentativa de Washington de interferir na administração do Estreito de Ormuz. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o EUA violou o Memorando de Islamabad e advertiu: “a era da intimidação e da extorsão acabou. Não nos dobraremos”. Na Cisjordânia, relatório de organizações sionistas reconhece que a anexação de fato avança em ritmo sem precedentes, com expansão colonial, roubo de terras e transferência de poderes civis aos colonizadores.
No 1.003º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, Hamas anunciou a dissolução da Comissão de Emergência que administrava os serviços públicos em Gaza, removendo um dos pretextos usados pela entidade nazi-sionista e seus aliados para bloquear a entrada do Comitê Nacional palestino de administração na Faixa. A medida ocorre enquanto a ocupação prossegue com os massacres: ao menos cinco palestinos foram assassinados em Gaza nas últimas 24 horas, e quatro civis, entre eles a diretora de uma escola pública, foram mortos por um drone sionista em Nabatieh al-Fawqa, no Sul do Líbano.
Administração da prisão de Ofer impôs novas restrições contra prisioneiros palestinos, reduziu encontros com advogados a poucos minutos e instalou câmeras em salas de reunião jurídica; organizações denunciam fome, sarna, perda severa de peso e negligência médica.
No 979º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o ex-ministro sionista Haim Ramon afirmou que “Israel” não venceu no Líbano, no Irã nem contra o Hamas, expondo a crise estratégica da entidade ocupante em múltiplas frentes. Em Gaza, centenas participaram do ato “Nosso campo é um só, nosso inimigo é um só”, reafirmando a unidade das frentes da Resistência; o Hamas denunciou que “Israel” expande a “linha amarela” para sabotar as negociações no Cairo; e relatório da Oxfam apontou que a matança na Cisjordânia nos últimos três anos superou os 17 anos anteriores. No plano regional, Irã e o país Estados Unidos (EUA) discutem um memorando, mas Teerã nega acordo final aprovado.
No 978º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, o Hamas afirmou que “esperarão muito” aqueles que apostam na queda do movimento e que serão surpreendidos por uma organização “mais enraizada em seu povo e mais forte em presença”. Na Cisjordânia ocupada, o Centro de Informações Palestino Ma’ta registrou 16 ações de resistência em 48 horas contra tropas e colonos sionistas. Em Gaza, “Israel” manteve violações do cessar-fogo, atacou civis e aprofundou a guerra contra pescadores; no Líbano, Hezbollah abateu um drone Heron 1 e atingiu tropas, tanques e veículos sionistas; no plano regional, o Irã afirmou manter o Estreito de Ormuz fechado após responder à agressão do país Estados Unidos (EUA).
No 964º dia desde o Dilúvio de Al-Aqsa, a entidade nazi-sionista “Israel” matou 10 palestinos, incluindo quatro crianças, em bombardeio contra uma casa no centro da Cidade de Gaza. Hamas denunciou nova violação da trégua e alertou que o cessar-fogo está em risco de colapso, enquanto o Hezbollah ampliou operações contra tropas e veículos sionistas no Líbano.