violência policial

GO: Flagrante em vídeo de confronto forjado expõe práticas da PM e grupos de extermínio

Desde o dia 1° de abril, policiais têm realizado uma incursão violenta e sem mandado judicial na ocupação Nova Esperança. Moradores denunciam que os militares invadiram as casas e promoveram terror na noite. A ocupação, se localiza em Campo Magro, Região Metropolitana de Curitiba.
Governo de SP não encerrará política genocida, mas intensificação dos protestos populares já existentes se destaca como caminho para derrotar os planos reacionários do governo paulista.
No 20/03, uma manifestação exigiu o fim do processo contra Diego Felipe, mototaxista e maqueiro do Hospital de UFRJ. Ele é acusado pela PM de transportar um fuzil desmontado, que estava com um passageiro transportado pelo trabalhador.
Segundo moradores, jovem assassinado pela polícia civil estava desarmado. Protesto começou no sábado e seguiu até a madrugada de domingo.
Na tentativa de ganhar o espólio eleitoral de Bolsonaro, inelegível, o governador Tarcísio tem se esforçado. Hoje, ele respondeu críticas à PM, que já vitimou 63 pessoas na Baixada Santista: “Pode ir para a ONU, para a Liga da Justiça, no raio que o parta, eu não tô nem aí”.
Após um quadro de surto psicótico, um homem foi assassinado covardemente pela PM com quatro tiros na periferia do Distrito Federal.
Policiais militares assassinaram 7 pessoas, invadiram casas, proibiram a circulação de moradores e ocasionaram o fechamento de escolas e clínicas de saúde durante uma megaoperação que atingiu todas as favelas dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro.
Policiais foram acusados de invadir estabelecimento ilegalmente e espancarem dona com socos, tapas e coronhadas.
Neste dia 23/02, moradores de Escada fecharam a BR-101 com pneus pelo terceiro dia seguido, exigindo justiça à Deyvison Batista da Silva, que foi rendido e executado pela Polícia Militar por nenhum motivo na tarde  do dia 21/02, enquanto conversava com dois amigos.