Comitê de Apoio – São Luís (MA)

MA:  Movimento estudantil levanta acampamento em solidariedade à Palestina na UFMA

No dia 9/05, o movimento estudantil independente da UFMA montou o Acampamento em solidariedade ao povo palestino, em defesa de sua resistência, contra a invasão à Rafah e contra o genocídio e limpeza étnica
Em nota publicada em março, o Comitê de Solidariedade à Luta pela Terra afirma que a lei da Grilagem “não apenas incentiva a apropriação indevida da terra, mas também serve de instrumento para legitimar a sanha assassina do latifúndio e do agronegócio contra os camponeses, quilombolas e indígenas em nosso estado.”
No dia 30 de abril, durante manifestação em celebração antecipada do 1º de Maio, promovida por várias centrais sindicais em São Luís, cerca de cem camponeses ativistas da União das Comunidades em Luta (UCL), protestaram contra os crimes da grilagem de terras que tem se intensificado no interior do Maranhão e ganhado mais força com a Lei da Grilagem promovido pelo governo Carlos Brandão (PSB).
O evento também serviu de crítica ao golpe contrarrevolucionário preventivo de 1964, que faz 60 anos, uma vez que Álvaro foi uma das primeiras figuras exiladas do país após o golpe e sofreu uma verdadeira “Operação Borracha” em sua obra. 
No dia 19/4, o quilombo Onça foi atacado por pistoleiros, enquanto no dia 14/4 uma casa da comunidade São Benedito foi destruída pelos capangas dos latifundiários.
Ações covardes do latifúndio afetaram plantações de camponeses, por meio da pulverização de agrotóxicos feitos por aviões e drones, com imagens capturadas em flagrante.
Camponeses tem sido alvos de ataques com cachorros pitbull e tentativas de incêndios criminosos.
Os moradores denunciam insegurança alimentar, destruição de habitação e poluição em área de preservação.
As famílias camponesas sofrem com a ação de milícias e pistoleiros a mando de latifundiários grileiros de terras.
A comunidade tem mais de 200 anos de existência, com terras passadas de geração para geração, na qual os moradores trabalham na roça para sua subsistência.