imperialismo
Em meio a eleições sob interferência direta do imperialismo ianque, o vassalo Flávio oferece o Brasil à coalizão de Trump, que reúne facções criminosas e grupos insurgentes sob o rótulo de “narcoterrorismo”.
Dois lacaios do imperialismo ianque: Flávio Bolsonaro (à dir.) em videochamada com o presidente reacionário da Colômbia, Abelardo de la Espriella. (Foto: Reprodução de vídeo)
O Comando Sul ianque resumiu o objetivo tático central do preparo como a necessidade de estar apto a “combater e vencer na selva”, enquanto incrementa os preparativos contrainsurgentes na América Latina.
Militares chilenos, peruanos e ianques se reúnem para receber instruções sobre táticas de sobrevivência na selva em Sauce, Peru, em 12 de setembro de 2026. (Foto: Guarda Nacional do Exército do EUA/Sargento Grace Wajler/Reprodução)
Levantamentos técnicos revelam que 78% dos municípios visados por projetos de infraestrutura digital, geralmente ligados a monopólios imperialistas de EUA ou China, abrigam territórios protegidos, assentamentos camponeses ou terras indígenas e quilombolas.
Comunidades indígenas Anacé exigem a garantia de seus territórios. (Foto: captura de vídeo de @aimirimanace/Instagram)
Em desdobramento do A Propósito #371, Victor Bellizia afirmou que a interferência ianque não ocorre contra o pleito, mas por meio dele, e que a particularidade de 2026 é o caráter aberto assumido por uma dominação antes exercida sob formas menos ostensivas.
O deputado “republicano” ianque Carlos A. Gimenez publicou uma montagem de Luiz Inácio vendado, acompanhada da frase “O que o espera... #Brasil”, em alusão ao sequestro do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em outra manifestação aberta da ingerência do imperialismo ianque sobre a política e a farsa eleitoral no Brasil. (Foto: X/Reprodução)
O massacre de 9 de agosto de 1995 é tratado pela historiografia e pelo movimento camponês com o mesmo padrão de violência agrária de outras situações de despejo forçado e criminalização de quem ocupa terra em disputa, aponta relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Mesa dirigente do ato público na UNIR, para lembrar a resistência camponesa desde a Batalha Armada de Santa Elina. (Foto: Montezuma Cruz)
Em desdobramento do A Propósito #371, pesquisadora relacionou a disputa pelos recursos amazônicos à militarização e destacou que os territórios defendidos por camponeses, indígenas e quilombolas dificultam a pilhagem imperialista.
Foto: Banco de dados de AND
Morador foi baleado enquanto tentava fugir de abordagem policial; nas noites seguintes, carros e estruturas foram incendiados em bairro operário de Copenhague, em ações que o jornal revolucionário Røde Fane caracteriza como expressão da revolta acumulada contra anos de perseguição, violência policial e expulsão das massas pobres
Carro em chamas Tingbjerg. Foto: Røde Fane
O neoliberalismo morreu em Washington, onde nasceu. Os que celebraram sua chegada não explicam agora as razões de seu fracasso – e nós tampouco lamentamos sua morte.
Donald Trump exibe a tabela de tarifas anunciada em 2 de abril de 2025, data batizada pela Casa Branca de “Dia da Libertação”. A medida, apresentada como instrumento de reindustrialização do EUA, representa o abandono explícito do receituário de abertura comercial imposto durante décadas às nações oprimidas. (Foto: Daniel Torok/Casa Branca)
Movimento denuncia que o domínio imperialista sobre a produção de medicamentos, somado aos cortes orçamentários e à transferência de recursos aos monopólios, sustenta uma crise nacional de abastecimento que já atinge toda a rede municipal do Rio de Janeiro.
Moradores e usuários das Clínicas da Família do Caju e de São Cristóvão bloqueiam parcialmente a Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, em 24 de outubro de 2019. O ato, com participação do MOCLASPO e do movimento de usuários da região, denunciou os cortes na saúde municipal e a falta de acesso a medicamentos. (Foto: Banco de dados/AND)
Arrecadação sobre os salários cresce enquanto impostos pagos pelas corporações caem; juros da dívida e gastos militares seguem protegidos em meio a novas ameaças contra direitos sociais.
Pedestre passa diante do Relógio da Dívida Nacional, em Nova York, em 7 de abril de 2025. (Foto: AP)