Mobilização convocada pelas principais centrais sindicais denuncia ataques aos salários e direitos sociais; paralisações afetaram o transporte público e provocaram o cancelamento de 140 voos.
Milhares denunciaram a visita do secretário de Estado ianque e a política do governo grego de colaboração com as guerras do EUA e da OTAN. A polícia bloqueou a marcha rumo à Embaixada do EUA; no dia seguinte, Atenas e Washington acertaram 4 bilhões de dólares em vendas militares.
Criadores de ovelhas denunciam queda dos preços após restrições às exportações e cobram subsídios do governo; manifestação de 15 de setembro terminou com 26 detidos e ao menos quatro hospitalizados.
Atividade reuniu estudantes e jovens operários para estudar experiências revolucionárias e fortalecer a solidariedade à Revolução Indiana e à Resistência no Oriente Médio; em Kirkland, juventude revolucionária protestou contra dirigente da Turning Point USA
Episódios de violência contra os trabalhadores informais não são casos isolados, mas parte de uma prática permanente de repressão, que tem como objetivo “higienizar” o Rio de Janeiro, empurrando milhares de trabalhadores à miséria e ao crime. A manifestação dos trabalhadores demonstra uma resposta à esse projeto político reacionário.
Rodrigo Paz promulgou norma que derruba limites ao uso das Forças Armadas em conflitos internos, enquanto bloqueios cercam La Paz, provocam desabastecimento e expõem a crise do velho Estado boliviano.
Senado revogou norma que limitava estados de exceção enquanto operação policial-militar em Calamarca assassinou um jovem por disparo de arma de fogo, segundo movimentos populares; governo Paz nega uso de armas letais, e entidades pedem investigação independente.
Estas manifestações ocorrem em meio a diversas denúncias dos moradores afetados, demandando principalmente as reparações financeiras que a prefeitura havia prometido, mas que o estado não cumpriu até o momento.