Intervenção Militar
Intervenção militar ianque já está orientada na sua Estratégia de Segurança Nacional, de 2025, e reforçada em 2026: derrotar insurgências, elevar a ordem de suas semicolônias e impedir presença de rivais. No Brasil, o alvo estratégico é claro: os "guerrilheiros" e "narcoterroristas" da Liga dos Camponeses Pobres, como qualificam a PM-RO e certos oficiais da reserva do Exército brasileiro
Montagem com o cabecilha ianque Donald Trump durante a Cúpula Escudo das Américas, em março de 2026, e faixas e bandeiras de uma grande manifestação de camponeses da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) em defesa do Presidente Gonzalo, realizada no campo brasileiro em 2021. (Montagem: AND. Fotos: AP/Mark Schiefelbein; Reprodução/FRDDP)
A desmoralização do governo do oportunismo e da direita liberal potencializam as possibilidades de arrastar as camadas ativas do movimento popular à luta revolucionária, desprendê-las da camisa de forças do oportunismo e do revisionismo. O potencial revolucionário da atual situação, ou será aproveitado pela revolução, ou será, amanhã, arrebatado pelos oportunistas ou os fascistas.
Para “virar a mesa”, os generais do Alto Comando terão de pagar muito mais caro do que pagariam, por exemplo, em 2017. Não há dúvida de que a situação para a luta popular e revolucionária se tornou ainda mais favorável.